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Aplicações e preferência do mercado para computadores portáteis, como o netbook, entre os usuários do windows

netbook


Netbook é um termo usado para descrever uma classe de computadores portáteis tipo subnotebook, com características típicas: peso reduzido, dimensão pequena ou média e baixo custo. São utilizados, geralmente, em serviços baseados na internet, tais como navegação na web e e-mails.

No curto período desde sua aparição, os netbooks têm variado seu tamanho entre 5 e 13 polegadas, agora convergentes com os novos laptops menores e mais leves.

As características mais comuns de um netbook incluem uma pequena tela, conexão sem fio e um teclado reduzido em tamanho (em torno de 80 a 95%), além da ausência de qualquer espécie de drive de cd/dvd. Existe também uma tendência de utilizar drives de estado sólido ssd em vez dos tradicionais HD.

Essa utilização de dispositivos de armazenamento de estado sólido requer menos energia, faz os netbooks mais leves, rápidos e geralmente mais resistentes aos choques, porém sua capacidade de armazenamento é muito inferior, com 8, 16 ou 32GB. No netbook o disco rígido também pode ser muito menor do que a média de 2,5 polegadas do disco rígido de laptops, e como eles não têm de se assemelhar a um HD, podem ser na forma de um pequeno chip, ou vários pequenos chips, comparável ao que está dentro de uma memory stick.

Todo netbook no mercado hoje possui suporte Wi-Fi, rede sem fio e muitos netbooks podem ser usados em redes de telefonia móvel (por exemplo, 3G). Alguns também incluem Ethernet ou portas de modem para a banda larga, ou dial-up de acesso à Internet, respectivamente.

O Netbook normalmente já possue um sistema pré-instalado que pode ser uma versão personalizada do GNU/Linux, Windows XP Home Edition, Windows Vista ou Windows 7, podendo executar qualquer software que suporte o sistema operacional em uso. Devido à arquitetura de hardware que é semelhante aos computadores pessoais, com exceção do disco rígido SSD, algumas diferenças na arquitetura dos processadores e modificações leves em hardware, a implementação do netbook é simples, tornando assim os netbooks máquinas mais independentes e com grande transparência nas suas aplicações. A tendência é que os sistemas operacionais do mercado lancem versões novas de netbook, e cada vez mais adaptadas ao sistema de computação em nuvem, que é a chave do funcionamento do netbook. Podem ser encontrados na internet muitos fóruns discutindo a instalação do sistema operacional da sua escolha (por exemplo, Ubuntu Netbook Remix, Windows XP Professional, Windows 7, Moblin, Jolicloud. Lembrando que o sistema Windows XP não fornece suporte nativo para netbook, necessitando de modificações no sistema operacional, por parte do vendedor ou do proprietário, sendo mais indicado o uso do Windows 7, que ainda não faz uso da computação em nuvem como seus rivais Moblin e Jolicloud, mas já oferece suporte a todo hardware de um netbook comum.

Quase todo netebook possui processador Intel Atom, mas o x86 compatível com processador Via Technologies C7 também está alimentando o netebook de diversos fabricantes, como HP e Samsung. A VIA também projetou o Nano, um novo x86-64, com arquitetura compatível e preços mais baixos, para as aplicações móveis,  como o netbook mesmo.

Alguns tipos de netbook usam MIPS, arquitetura de processadores compatíveis. Estes incluem o Skytone Alpha 400, com base em um sistema INGENIC no chip, e os netbooks Gdium, que usam o processador 64-bit Loongson capaz de 400 milhões de instruções por segundo.

Há algum tempo que se vem notado no mercado uma relativa preferência pelos computadores de pequeno porte, principalmente os notebooks. Agora com o netbook, muitos usuários vêm aderindo a esta alternativa, em virtude da maior mobilidade do netbook. Apesar disso, segundo pesquisas, o Notebook ainda é preferência geral entre os consumidores brasileiros. Uma empresa chamada iSuppli fez uma pesquisa recente, que detectou o aumento na venda de notebooks em relação aos desktops, o que se atribui, principalmente à facilidade de transporte que oferecem os netbooks.

Considerando esses dados e sabendo do baixo desempenho dos portáteis – principalmente quando se fala de netbook – muitas vezes insuficientes para rodar o Windows Vista, o sistema mais atual da Microsoft, fica claro o porquê da empresa estender diversas vezes o tempo de vida do Windows XP e o sucesso que ele ainda representa, mesmo sete anos após seu lançamento.

Isso deve fazer com que o XP ainda dure até o momento em que o netbook e o notebook alcancem um mais elevado grau de desenvolvimento, para usarem o vista ou as próximas gerações do Windows.

Apesar, porém, da grande preferência dos usuários pela mobilidade dos portáteis, de acordo com outro recente estudo, eles demonstraram preferirem o notebook em relação ao netbook, provavelmente porque o netbook ainda não oferece os recursos tecnológicos compatíveis com os que os usuários são habituados a desfrutar, tanto nos desktops, quanto nos notebooks mais modernos e equipados.

Créditos: tecnologiaGuia do PCWikipédia

March 21, 2010   3 Comments

Preço de carro mais barato, da Índia para o Brasil:

carro

A indústria automobilística está produzindo um tipo de carro tendenciosamente mais simples e barato, na tentativa de atingir o mercado que é composto pela população de menor poder aquisitivo. O carro batizado de Nano, criado pela Tata Motors, é considerado o carro mais barato do mundo. A montadora indiana Tatá Motors começou a vender o carro logo no começo de 2009, por um preço que se aproximava de R$ 4.500,00, o equivalente a cem mil rúpias indianas. O público alvo, segundo especialistas do setor de automóveis, são os cidadãos pobres, dos países em desenvolvimento, que não têm condição financeira para comprar um carro, tendo que andar a pé, ou optar por um carro super barato: o Nano!

Muitos analistas consideram que o novo carro poderá significar uma revolução para o transporte de milhões de indianos pobres, mas advertem que ele também poderá trazer mais congestionamento e elevar a poluição. Em março de 2009, no salão de Genebra da Suíça, o diretor de operações de empresa Tata Motors, Ravi Kant, afirmou que a intenção da marca é que o automóvel desembarque no mercado brasileiro entre 2010 e 2011.

Mas para que o Nano custe menos que o equivalente a R$ 5.000,00 ele tem alguns detalhes diferentes dos outros carros em sua montagem e estrutura, conforme relatado a seguir:

- Os designers do automóvel tomaram decisões inteligentes para manter os custos baixos, tirando supérfluos do acabamento e oferecendo suspensão confiável e amplo espaço interno;

- O carro tem 3,1 metros de comprimento. Para se ter uma idéia, o Ford Ka tem 3,6 metros;

- O carro possui apenas um limpador de pára-brisas e sua alavanca aciona também os faróis;

- O motor gira com gira com 623cc. Os modelos populares de carro do Brasil giram com 1000cc;

- A maioria das peças do motor do carro é feita de alumínio, enquanto os motores normais são de ferro;

- A redução do peso do motor do carro faz menos pressão sobre a suspensão e, com isso, ela também pode ser menor, com desenho tubular, ao invés da convencional vara, e mais barata.

- O tanque de combustível do carro está sob o capô, como no antigo Fusca, o que reduz o número de peças;

- O carro não tem air bags, não obrigatório na Índia, nem  freios ABS ou de disco. O carro roda com freios de tambor;

- O carro vem sem ar-condicionado, também não possui vidros elétricos ou trava elétrica. Mas esses acessórios poderão ser pagos por fora;

- O carro logicamente não tem direção hidráulica;

- O carro não tem conta-giros seria: um luxo desnecessário;

- Os assentos do carro são fixos, não reguláveis;

- O acabamento interno do carro é todo de plástico e não há porta-trecos nem tampa para esconder o porta-malas;

- O estepe do carro não é um pneu reserva que pode ser usado no lugar do pneu normal. Ele é de qualidade inferior e dura apenas alguns quilômetros, teoricamente o suficiente para chegar a um borracheiro;

- E o pára-choque do carro é feito de plástico, colado diretamente na carroceria.

A Tata, no entanto, só garante este preço do carro para os primeiros 100 mil modelos do automóvel vendidos, já que os custos da matéria-prima mudaram consideravelmente em função da crise. A empresa diz que o carro pode atingir a velocidade máxima de 105 km/h e rodar até 23,6 quilômetros por litro. Além disso, a empresa afirma que o motor do carro emite menos dióxido de carbono do que a maioria das motocicletas. A empresa espera conseguir vender cerca de um milhão de exemplares do carro Nanos por ano só na Índia.

O carro apelidado como o carro dos “2500 dólares” (+/- 1700 euros), da indiana Tatá Motors, está agora com dificuldades em manter o preço do “carro mais barato do mundo”, o Nano. As últimas noticias, dão conta de que o aumento dos preços das matérias primas, em particular do aço, 25 por cento mais caro, mas também o plástico, a borracha, cobre e alumínio, também mais caros, poderá obrigar a Tata a aumentar o preço do carro.

No entanto, a marca indiana afirma que vai entregar os primeiros 100 mil modelos do carro sem alterações no preço anunciado inicialmente, mas não garante que vai o conseguir manter.

O Nano, que na India custa +/- 1460 euros, deverá chegar também à Europa no final do ano numa versão 20 centímetros mais comprida com um preço em torno dos 5 mil euros, antes de impostos. Dessa forma, deduz-se que vai ficar realmente pelo preço de um carro popular, com muito se imagina.

Apesar de toda essa promessa da Tatá Motors, o carro lançado por eles, batizado de “Nano” e considerado o “carro mais barato do mundo“, custaria aqui no Brasil cerca de R$ 14 mil caso fosse importado para o Brasil.

Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Veículos Automotores (Abeiva) o carro, vendido por US$ 2,5 mil (+ou- R$ 4,3 mil) na Índia até o final de 2008, calculando preço de seguro, frete e impostos ao chegar ao Brasil, seu valor seria triplicado em relação ao preço praticado na Índia.

De acordo com a Abeiva, seria acrescido cerca de US$ 200 (R$350) para custos com frete e seguro. Ao desembarcar no Brasil haveria uma alíquota de 35% a título de imposto de importação, aumentando o valor do carro para R$ 6,2 mil. O restante (R$ 7,7 mil) seria devido à aplicação de tributos (PIS, IPI, Cofins e ICMS).

Agora imagine um carro que na Índia custa R$4,3 mil, ao chegar ao Brasil, seu preço tendo um acréscimo de três vezes o seu valor de mercado no exterior, sendo mais de 50% (R$7,7 mil), de acréscimo graças aos impostos que vão direto para o governo.

Veja um vídeo do Nano:

A seguir, o teste crash do Nano. Será que aguenta ?

Créditos: Auto Portal | Tankera BlogO Globo Economia

March 18, 2010   11 Comments

Crescimento de conexões da Internet Brasileira:

internet


O Brasil, como também a China e os EUA, é um grande mercado para a Internet e é um dos países onde se passa mais tempo por conexão individual, navegando na Internet. Na verdade, segundo um levantamento divulgado pela consultoria britânica Point Topic, o Brasil é o 11º maior mercado mundial para conexões de banda larga à Internet, com pouco mais de 6 milhões de usuários.

O mesmo estudo indica ainda que a China deva ultrapassar em breve os Estados Unidos como o maior mercado para banda larga no mundo. Atualmente, cerca de 56,3 milhões de chineses têm conexão rápida, contra 60,4 milhões nos Estados Unidos, mas o crescimento do mercado chinês é bem mais rápido. Os produtos made in China devem estar facilitando esse crescimento, além é claro, de uma população de mais de um bilhão de habitantes, no maior país do mundo.  Segundo a Point Topic, o mercado americano de banda larga se expande geralmente 5% entre por ano, enquanto na China o aumento é geralmente de 8,77%.

Se essa tendência de crescimento continuar, o número de usuários de banda larga na China deve ultrapassar o dos usuários americanos muito brevemente. Enquanto que o de brasileiros deve aumentar mais rapidamente também que o dos americanos.

Apesar disso, se considerada a proporção de usuários em relação à população de cada país, 20% dos americanos têm acesso a conexões de banda larga, enquanto que na China essa proporção ainda é de apenas 4%.  Claramente isso ocorre por causa das diferenças de desenvolvimento econômico e sociais, existentes entre os dois países. O Brasil, contudo, dentro desse contexto se mostra com um bom crescimento, já que é considerado o 11º maior mercado mundial para conexões de banda larga à Internet.

O Brasil é o maior mercado da América Latina e do Hemisfério Sul, superando até mesmo a Austrália, apesar de em alguns anos ter tido um crescimento inferior ao de outros países da região, onde o México e a Argentina também têm um bom crescimento em número de conexões de banda larga à internet.

Os empresários brasileiros inclusive consideram a internet brasileira um mercado em potencial, para o segmento publicitário do país. Levando em consideração os números de conexões, como também o potencial de crescimento da Internet brasileira.

Segundo o presidente do iG, atualmente, a internet responde por 4% do mercado publicitário. Ele acredita que, quando atingir penetração de 40% no Brasil, a participação no mercado saltará para 10%. “Há países em que a internet já é o segundo meio de comunicação. No Brasil, jovens e adolescentes já passam mais tempo na Internet que na televisão, por exemplo”, completa.

Brasil também é o 5º maior mercado para internet e celular no mundo:

O Brasil já é o quinto maior mercado para celulares e internautas no mundo, segundo dados publicados recentemente pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Segundo os dados da ONU, o País somou ao final de 2008 150,6 milhões de contratos de celulares. Em 2003, eram apenas 47 milhões. Esse crescimento é bastante elevado.
O número de internautas no Brasil também é o quinto maior do mundo em termos absolutos. Foram 50 milhões de brasileiros com acesso á rede ao final de 2007. Em 2003, eram apenas 19 milhões. A líder é a China, com 298 milhões de pessoas com Internet. Há seis anos, o número era de apenas 77 milhões. Nos Estados Unidos são 190 milhões, contra 88 milhões no Japão. Na Índia, com mais de 1 bilhão de pessoas, o acesso está garantido para apenas 57 milhões de pessoas.

No geral, a ONU aponta que a expansão da Internet nos países emergentes tem ocorrido a uma velocidade maior ao que foi registrado nos países ricos nos últimos anos. A tendência, portanto, é de que os países em desenvolvimento começem a recuperar o terreno em relação aos ricos. Em números absolutos, já existem mais internautas nos países em desenvolvimento que nos países ricos.

Como conseqüência de tudo isso, atualmente o Brasil é com certeza um dos países onde mais se vendem computadores no mundo. Com a marca da venda de aproximadamente 20 máquinas por minuto, ficamos atrás apenas da Estados Unidos, China, Japão e Reino Unido. Em 2010 a previsão é inclusive que o Brasil se torne o terceiro maior mercado atrás apenas dos Estados Unidos e China.

Ano passado foram vendidos no Brasil aproximadamente 13 milhões de computadores. Um dado interessante sobre as vendas de computadores no Brasil é a preferencia por Notebooks. Os Laptops atualmente representam 33% de todas as vendas, ou seja 1 a cada 3 computadores vendidos. Esse fato se deve principalmente a evolução dos Notebooks que com o passar do tempo foram ficando mais robustos e também mais baratos.

Pouco tempo atrás, era preciso desembolçar R$ 4000 reais para comprar um Notebook razoável e R$ 2000 para um bom desktop. Hoje em dia com R$ 1200 ou R$ 1500 pode-se comprar um bom desktop ou laptop, hoje em dia optar por um computador de mesa ou portátil, é uma mera questão de escolha, questão de preferência. De qualquer maneira, sendo laptop ou notebook, o número é considerável, analisando mesmo em nível mundial: 20 Computadores por Minuto, 1200 PCs por hora e 10.512.000 de computadores por ano. Isso realmente ajuda a confirmar o posto de 11° mercado mundial de conexões banda larga, com 6 milhões de usuários.

Créditos: Terra | Tecnologia do Ig | MundoSeo

February 18, 2010   2 Comments