Mentalidade, Internet, Utilidades, Intelectualidade e Informação

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Published May 9th, 2012

Advogado fala sobre crimes na internet ea necessidade de lei própria – Cidadeverde.com – Dinheiro e Internet no Site Mentalidade!

internet

O Jornal do Piauí promoveu nesta quarta-feira (09) debate com o advogado Leonardo Raulino sobre os crimes realizados na internet. O bacharel revelou que não há expectativa de criação de lei específica, mas que a demanda vai ser responsável pela evolução.

Fotos: Raulino Barbosa/Revista Cidade Verde

“Ainda não existe regulamento jurídico sobre esses casos. Existe a questão do direito eletrônico. A responsabilidade civil por alguns atos na web não pode passar em branco. O juiz deve procurar meios de análise”, disse o advogado.

Segundo o especialista, se o cidadão passar por alguma situação na internet que necessite de interpelação da justiça, os códigos Civil e Penal ainda serão a base de argumentação do processo. 

“É claro que temos que pensar caso a caso. A partir de que momento aquela informação ou mídia postada gera uma ofensa e que sentido aquela ofensa pode repercutir em danos psicológicos”, avalia Leonardo Raulino.

Caso da atriz Carolina Dieckmann

O assunto volta à tona após a atriz Carolina Dieckmann ter denunciado caso de extorsão com fotos íntimas que foram furtadas de seu computador pessoal. De acordo com o advogado, no momento não há expectativa de legislativa própria para esses meios de comunicação.

“Esse assunto é complexo. Ela sofreu um crime de chantagem aonde o hacker conseguiu copiar dados do computador e começou a pedir dinheiro. O caso foi levado à polícia. Os legisladores tem dificuldade de traduzir para o mundo legal o que acontece no virtual”, disse.

Enquanto a lei não vem, o bacharel recomenda que os usuários da internet sejam responsáveis on-line e que mantenham os antivírus atualizados e evitem colocar dados bancários em computadores públicos.

Lívio Galeno

liviogaleno@cidadeverde.com

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Você acha segura a versão gratuita do programa Hábil empresarial que baixa na internet?
Baixei esse programa da internet, e não tenho certeza se ele é seguro, se não transmite os dados digitados pra outro computador.

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Published May 9th, 2012

Descubra se você é um viciado em Facebook – Baguete (liberação de imprensa) – Dinheiro e Internet no Site Mentalidade!

ganhar

Quantas vezes vocês já acessou sua conta no Facebook hoje? Ver suas notificações é uma necessidade constante? Faz bem para o seu ego postar na rede social uma foto do seu dia? Pior: o uso do Facebook já atrapalhou seu trabalho ou estudos? Se pelo menos uma das respostas foi positiva, você pode estar viciado.

Divulgação, ejbSF/Flickr

Falar sobre nós mesmos gera um prazer parecido com o de comer, ganhar dinheiro ou fazer sexo, segundo um novo estudo feito por neurocientistas de Harvard, divulgado no site Jezebel. “A auto-exposição é uma gratificação extra. Pessoas estão dispostas a abrir mão de dinheiro em troca de falar sobre si mesmas”, afirma Diana Tamir, pesquisadora do estudo.

A Escala Bergen de Dependência do Facebook, desenvolvida pela psicóloga Cecilie Schou Andreassen, da Universidade de Bergen, revela que os sintomas de vício por Facebook são parecidos com vício em álcool ou drogas.

Para diagnosticar se você é um viciado, os estudiosos criaram algumas questões. A partir dos tópicos abaixo, sugerem classificar usando as alternativas: 1) muito ramente; 2) raramente; 3) às vezes; 4) muitas vezes; e 5) sempre. Pegunte-se:

- Você gasta muito tempo pensando sobre Facebook ou planejando usar o Facebook.
- Você sente desejo de usar o Facebook mais e mais.
- Você usa o Facebook para esquecer dos seus problemas pessoais.
- Você tentou parar de usar o Facebook, mas sem sucesso.
- Você fica inquieto ou perturbado quando é proibido de usar o Facebook.
- Você usa o Facebook tanto que isso causou um impacto negativo no seu trabalho ou estudos.

Caso você tenha classificado pelo menos quatro ítens com as alternativas 4 e 5, você pode ser um viciado do Facebook, segundo os pesquisadores de Bergen.

A invenção de Mark Zuckerberg é o principal agente de mudanças nos hábitos de comunicação de jovens, conforme resultados de um estudo do ConsumerLab. No Brasil, em 2007, 38% dos jovens pesquisados de 15 a 24 anos usavam as redes sociais mensalmente e, em 2011, esse número já alcançava 79%.

Em números gerais, cerca de 7% dos jovens brasileiros pesquisados acessam as redes sociais mais de 10 vezes ao dia e aproximadamente 24% gastam mais de 3 horas por dia checando as mídias sociais.
 

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Mentalidade: Descubra se você é um viciado em Facebook – Baguete (liberação de imprensa)
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Qual é a mulher que não gosta de ganhar uma linda jóia de presente?
Já dei várias jóias para minha noiva, ela fica super feliz e me retribui sendo mais carinhosa e fazendo sexo ainda mais gostoso comigo. Não conheço uma mulher se quer que não adore ganhar jóias de presentes. Por isso duvido que exista alguma que não goste.

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Published May 9th, 2012

Filipe Zau: ‘Os rótulos chateiam-me’ – Sol – Dinheiro e Internet no Site Mentalidade!

Destaca-se pela altura, pelo timbre de voz e pela forma como fala da própria vida com múltiplas referências familiares e históricas. Filipe Zau é uma figura da cultura angolana.

Nasceu em Portugal. Foi um ‘acidente’?

Foi, eventualmente, um acidente geográfico. Não que tenha qualquer tipo de preconceito em relação à diáspora, ou à diáspora africana, mas porque o meu falecido pai era marítimo de Cabinda e a minha mãe era de Cabo Verde. O meu pai, sobretudo na altura do início da II Guerra Mundial, conseguiu ser empregadiço marítimo, era assim que chamavam, e fazia viagens para fora. Foi então que conheceu, em Lisboa, a minha mãe, que tinha saído de Cabo Verde e tinha ido a Portugal com os padrinhos. Nasci em Lisboa, mas fui criado no âmbito de uma família de tios, todos eles de Cabinda. Sei que o meu avô foi soba em Cabinda e está no Brasil. A determinada altura da viagem descobre-se que ela vai para o Brasil já grávida do estudante angolano. Como não podia deixar de ser, só podia ser um angolano a fazer essas patifarias [risos]. A meio do caminho ela atira-se para as hélices do navio e dá-se um encontro entre duas grandes sereias: a Kianda de Angola e a Iemanjá do Brasil.

O que representa esse encontro entre as duas sereias?

Representa a força da mitologia na vida das pessoas e o destino. As sereias, normalmente, apaixonam-se pelos homens e a paixão de Kianda foi um tripulante que, ao ver que ela se tinha atirado ao mar, atirou-se também.

Acredita em sereias?

Acreditar, não acredito. Mas que elas existem, existem…[risos].

O que o levou a enveredar pela música?

Como disse, o meu tio e, acima de tudo, um primo meu, cabo-verdiano, ex-professor universitário na Noruega, tocavam violão e cavaquinho e ensinavam-me. Fui vendo, tocando e havia muitos discos de música europeia e da América Latina. Era um indivíduo muito prolixo. Os meus tios, embora fossem semianalfabetos, tinham a universidade da vida porque, em cada porto a que fossem, viam coisas diferentes. Aprenderam muito e levavam para casa muita cultura.

Como pode ser interpretado o espaço sobre a educação no país, ‘Para fim de conversa’, que assina com regularidade no Jornal de Angola?

Penso que, de certa maneira, durante algum tempo as pessoas encontram falsos pressupostos e eu estou na Educação desde os meus 18 anos. Fiz a minha formação de professor primário a professor universitário, não saltando, mas fazendo a tarimba toda. A determinada altura houve problemas na educação e as pessoas começaram a atirar as culpas para o lado que não se pode defender. A monodocência seria o grande problema, mas não colocaram o problema na perspectiva real e que é o nível qualitativamente baixo de professores que temos. As questões não estão nas metodologias, na concepção da organização, nas filosofias de educação, porque estas hoje são parecidas uma às outras. A monodocência existe em quase todos os países africanos a Sul. O nosso problema é que, com a guerra, acabámos por perder muitos professores e os melhores acabaram por ser aliciados para a Sonangol, para a Diamang (actualmente Endiama). Isso desvalorizou a profissão. Hoje temos pessoas que dão aulas, mas não são professores. Quem dá aulas não é automaticamente professor. Como, à partida, quem está a fazer uma carpintaria qualquer em casa não é carpinteiro ou nem todo o indivíduo que esteja a fazer um curativo é enfermeiro. Em tudo é preciso formação e o professor, para ensinar, tem de ser formado. E isso é ‘para fim de conversa’ [risos].

Qual é a sua opinião sobre o fenómeno de professores que leccionam, em simultâneo, em várias instituições públicas ou privadas?

Esse é outro problema que tem de ser resolvido. É impossível um indivíduo ter tempo para preparar aulas e, no seu devido tempo, ver as avaliações. A chamada ‘turbodocência’ tem originado, às vezes, que se leve seis meses para dar uma nota ao aluno. Não pode ser… Porque o professor dá aulas aqui, ali e acolá, mas depois não tem tempo nem para preparar bem as aulas, nem para corrigir as provas no seu devido tempo. Acaba o semestre e o aluno fica sem saber se passou de classe ou não.

Qual seria a solução?

Se constituem a base da formação de recursos humanos, as questões de educação merecem uma aposta nossa. Tenho de encontrar formas e, às vezes, não é só o salário que resolve o problema. Se tenho um bom professor, tenho de lhe pagar bem e com isso ele já não necessita de andar a correr de um lado para o outro. Mas se tenho um bom professor e ele não é bem pago, ele é aliciado à mesma e vai ‘fazer’ o ordenado que precisa. Pulando daqui para ali e acolá. É nisto que um bom professor se estraga.

O que gosta de fazer?

Estou com 62 anos e estou em idade de começar a dedicar-me a cada vez menos coisas.

Pelo facto de ser compositor, escritor, admitiria ser chamado ‘turbo-artista’?

Aí não! Porque é impossível. A agenda [musical] de um cantor não permite que ele faça dois espectáculos ao mesmo tempo. Eu sou artista em cadeias diferentes. Escrever, posso fazê-lo ao fim-de-semana, mas dificilmente me vêem a subir a um palco. Posso ficar seis a oito anos sem o fazer.

Como presidente do sub-comité do LIDE Cultura lançou o repto de realizar o LIDE Show ainda este ano. Fale-nos um pouco sobre este projecto…

O LIDE é uma forma de ser solidário e não tem preocupações em ganhar dinheiro. É voluntariado. Sempre achei que a vida não é só ganhar dinheiro porque quando se morre não se leva nada. Por conseguinte, penso que, num país que tem as suas dificuldades, se formos só pela perspectiva comercial e não dermos nada de nós aos outros, não estamos a ser solidários. Vivemos em solidariedade e essa lógica tem de existir. O que posso dar mais do meu salário desinteressadamente a alguém? Escolhi as crianças que, por alguma razão não têm pernas, braços ou são traumatizadas de guerra. Já vimos que a paz está a construir muitas coisas, mas é preciso também construirmos as pessoas que perderam a sua auto-estima ao perderem um braço, uma perna e que, às vezes, são crianças. Não sei se vamos beneficiar filhos, primos, sobrinhos, mas vamos beneficiar muitos dos ‘nossos’ que não têm condições de arranjar uma prótese. Já que não podemos resolver tudo, podemos remediar alguma coisa. Parece-me ser um projecto que sensibiliza e que alguns artistas vão gostar de estar presentes, ao estilo dos ‘Live Aid’.

Tem outros projectos que não estejam englobados no LIDE Angola?

O outro desafio que fiz fora do LIDE Angola, com o Filipe Mukenga, foi apoiar a Fundação Mulher. Fizemos uma música, que vai sair no disco do Mukenga, que vamos oferecer a esta instituição para todas as mulheres que ficaram sem o peito. Sabemos o quanto isso é marcante para as senhoras por causa do cancro da mama. A mama é no fundo a parte do corpo que dá vida e que alimenta. Toda a mulher precisa do peito não só do ponto de vista estético, mas também para amamentar as crianças à nascença. Isso é um trauma.

Mudando de assunto. O que acha do Acordo Ortográfico?

Fiz parte da delegação de Angola na 7.ª reunião dos ministros da Educação da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, no dia 6 de Abril deste ano, e penso que chegámos a duas questões extremamente importantes. O primeiro aspecto é que, como professores, tínhamos dificuldades na aplicação de alguns aspectos do referido acordo. Sobretudo quando há muitas dúvidas sobre quando se usa ou não o hífen. Do ponto de vista científico, há regras e muitas excepções à regra. O segundo aspecto é que temos alunos que estão a aprender as línguas africanas de Angola e estão a aprender português na escola. Tem de haver uma cooperação entre as línguas bantu e a linguística neolatina do português e isso não estava a ser feito. Penso que o Acordo Ortográfico tinha uma característica muito brasileira, que depois passou a ser luso-brasileira. Agora passa a ser um acordo de língua portuguesa em que todos nos vamos rever e vamos discuti-lo em pé de igualdade. Não é só a questão dos nossos termos com dupla consonância, nomeadamente Ndalatando, Ondjiva, Mpinda, Nzau e outras questões.

Que acontecimentos marcaram a sua vida?

Acho que a questão de o homem ter ido à Lua. É suposto o homem só existir na Terra e isso foi como ver um peixe viver fora da água. Há outras situações dispersas que me marcaram e que têm que ver com o conceito de viver em paz. Paz de espírito, respeito e aceitação da diferença em relação às pessoas que podem ser diferentes, sem preconceito nem estereótipos – de cor, roupa, cabelo ou tribo. Não tenho a preocupação dos rótulos. Os rótulos chateiam-me, são muito bonitos em medicamentos. Fora dos medicamentos, ou seja nas pessoas, os rótulos aborrecem-me um bocado. As pessoas são como são, diferentes todas elas. Até os gémeos são diferentes um do outro. Parto do princípio de que as pessoas devem culturalmente cultivar a sua identidade, mas devem ao mesmo tempo respeitar a identidade dos outros, tendo a empatia suficiente para entender que os outros são diferentes. Isso seria, para mim, o princípio para haver paz no mundo. Penso que o que vale nas pessoas é o que têm do nariz para cima, no cérebro – a cabeça é o que nos distingue uns dos outros. Por aquilo que valem, em termos de informação e qualidade, os homens cultos não precisam de viver de estereótipos…

rubio.praia@sol.co.ao

 

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Mentalidade: Filipe Zau: ‘Os rótulos chateiam-me’ – Sol
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Dinheiro???
Se você fizesse uma fezinha de dez reais, e ganhasse 100mil reais, o que seria a primeira coisa que faria se pegasse essa bufunfa hoje???

Mentalidade: Yahoo: Dinheiro???

Published May 9th, 2012

Paranaenses investem em negócios para a Copa de 2014 – Portogente – Dinheiro e Internet no Site Mentalidade!

Aficionado por jogos virtuais, o empresário paranaense Charles Stempniak enxergou na Copa do Mundo FIFA 2014 a oportunidade ideal para ganhar dinheiro com o hobby. Sócio de uma empresa que desenvolve softwares para laboratórios de metrologia, ele se afastou da direção do negócio para se dedicar ao empreendimento – a Genez Produções Digitais produzirá um game de futebol em realidade aumentada com os jogadores que devem ser convocados para a seleção. O jogo será lançado alguns meses antes do início do mundial.

Para jogar, os torcedores comprarão um álbum com fotos dos jogadores. A partir das imagens, o software projetará o game em tablets ou smartphones. “As pessoas não vão mais trocar figurinhas. Elas vão compartilhar o conteúdo aumentado no lugar da figurinha e, assim, montar seus esquemas táticos e jogar contra adversários que também possuírem o programa”, afirma Charles.

Além de Charles, que criou a empresa exclusivamente por causa da Copa do Mundo, outro empresário paranaense aposta suas fichas no crescimento dos negócios em função do mundial. Sérgio Yamawaki, dono do restaurante japonês No Tubo, em Curitiba, contratou um professor de idiomas para ensinar inglês a seus 15 funcionários e está qualificando o estabelecimento para transformá-lo em um ponto de atendimento ao turista. O restaurante também vai mudar de endereço para um local mais próximo dos hotéis da cidade e será adaptado para atender pessoas que necessitam de condições especiais de acessibilidade, o que geralmente é exigido pela Federação Internacional de Futebol (Fifa).

“Ainda vamos fazer mais. Quando soubermos os países que vão jogar aqui, poderemos oferecer cursos de outros idiomas aos funcionários. São ações simples, mas que acrescentam muito para o turista”, afirma Sérgio. Segundo o empresário, os investimentos valem a pena, mesmo que a competição dure apenas um mês. “A Copa é só um marco. O que se plantar em função dela servirá para atrair clientes da própria cidade e de outros locais do Brasil. É um motivo para investirmos mais em qualificação”, completa.

Os projetos de qualificação e as adaptações feitas pelos empresários são apoiados pelo Sebrae no Paraná. A instituição desenvolveu atividades específicas no estado, como a criação de um hotsite que concentra informações relevantes para que empresários paranaenses aproveitem o mundial e alavanquem os negócios. Mais de dois mil empreendedores já se cadastraram no endereço www.sebraepr2014.com.br.

O empresário registrado no hotsite tem acesso gratuito ao Manual da Fifa para uso de marcas oficiais, à agenda de cursos e eventos e aos links relacionados ao mundial. Ele pode se informar ainda sobre os investimentos públicos previstos em Curitiba e região metropolitana em razão dos jogos e acessar o mapa das oportunidades para micro e pequenas empresas (MPE). O levantamento, feito pelo Sebrae em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), mostra que há no estado cerca de 554 oportunidades de negócios.

Inteligência competitiva
Outra ação desenvolvida pela instituição no estado são relatórios de inteligência competitiva, distribuídos aos empresários. Os interessados em conhecer as ações do Programa Sebrae 2014, no Paraná, podem se cadastrar gratuitamente no site ou entrar em contato pela Central de Relacionamento, no 0800 570 0800.

O Sebrae identificou 930 possibilidades de negócios em dez setores econômicos em todo o país e os agrupou no programa Sebrae 2014, realizado em Brasília, Belo Horizonte, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo – as 12 cidades que sediarão os jogos da Copa. A iniciativa dispõe de mais de R$ 80 milhões para qualificar MPE e empreendedores individuais (EI) em requisitos essenciais para as oportunidades geradas pelo mundial de futebol antes e durante o evento. Os recursos contribuirão para a competitividade dos empreendimentos, através de ações inovadoras e de estratégias de acesso a mercados.

Fonte: Agência Sebrae

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Mentalidade: Paranaenses investem em negócios para a Copa de 2014 – Portogente
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Published May 8th, 2012

No Piauí, irmãos contam como é ganhar dinheiro produzindo jogos – Cidadeverde.com – Dinheiro e Internet no Site Mentalidade!

O Interaje traz hoje (08) para Teresina os irmãos Breno, 21 anos, e Bruno Pinheiro, 23 anos, para falarem sobre sua experiência com empreendedorismo digital. Os irmãos moram em Fortaleza (CE) e ganham dinheiro se divertindo.

Eles descobriram que o mercado de desenvolvimento de softwares, jogos e aplicativos para celulares é lucrativo e dá para trabalhar de qualquer lugar.

Um dos jogos de maior sucesso é o “pedido de volta de namoro”. Os garotos viraram sucesso com o jogo. Breno explica que, no jogo, o garoto tem que reconquistar a namorada, passando por várias tarefas, assim como teve que fazer para reconquistar sua namorada. O vídeo faz sucesso [confira abaixo]

Os irmãos trabalham na empresa de Breno há um ano. Bruno afirma que o mercado tem crescido muito. “Os jogos brasileiros são bem vendidos mundialmente. Nós trabalhamos com desenvolvimento de produtos independentes e em parceria com empresas que queiram se divulgar através desse recurso”, explicou.

O case dos irmãos Breno e Bruno será apresentado na noite desta terça (08), em mais um encontro do Interaje. O encontro ocorrerá na Facid, às 19h. As inscrições ainda podem ser feitas pela internet ou na recepção do evento.

Leilane Nunes

leilanenunes@cidadeverde.com

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Mentalidade: No Piauí, irmãos contam como é ganhar dinheiro produzindo jogos – Cidadeverde.com
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O que acontece se eu não liberar o dinheiro do mercado pago?
O que acontece se eu receber o produto do mercado livre e não liberar o dinheiro do mercado pago?
E como faz pra liber o dinheiro do mercado pago?

Mentalidade: Yahoo: O que acontece se eu não liberar o dinheiro do mercado pago?

Published May 8th, 2012

Carlos Slim quer aumentar participação na holandesa KPN – The Wall Street Journal Americas – Dinheiro e Internet no Site Mentalidade!

internet

A América Móvil, um peso-pesado das telecomunicações mexicanas, disse que quer aumentar sua participação na telefônica holandesa Royal KPN NV para 28%, de olho numa expansão internacional.

Controlada pelo bilionário Carlos Slim, a América Móvil é a maior operadora de celular da América Latina, com 246 milhões de assinantes em 18 países. Ela já tem 4,8% da KPN. A oferta de segunda-feira é equivalente a 8 euros (US$ 10,40) por ação, num negócio em dinheiro avaliado em 2,64 bilhões de euros.

A KPN, que já foi o monopólio da telefonia na Holanda, fornece serviços de linha fixa, celular e também internet e TV a cabo, com operações extensas na Holanda, Alemanha e Bélgica. Mas seus lucros estão sob pressão, especialmente no mercado holandês, já que os clientes estão trocando as ligações de voz tradicionais pelas mensagens de texto e serviços concorrentes de internet como o WhatsApp, site que envia mensagens para smartphones, ou o Skype, da Microsoft Corp, que oferece chamadas gratuitas pela internet. O valor de mercado da KPN encolheu 40% nos 12 meses antes da oferta mexicana.

O interesse de Slim na cambaleante KPN motivou especulações entre investidores de que a empresa mexicana poderia querer trocar ativos, possivelmente com a gigante espanhola da telefonia Telefónica SA.

A KPN é dona da E-Plus, a terceira maior operadora de celular da Alemanha, atrás da T-Mobile e da Vodafone. A E-Plus é considerada uma parceira natural para uma fusão com a O2, da Telefónica, a quarta maior operadora de celular da Alemanha, num negócio que criaria um terceiro concorrente de peso para as duas empresas que dominam o mercado.

As empresas negaram que estejam negociando uma fusão.

“O lugar mais óbvio para gerar valor na KPN é através de uma fusão de suas pequenas operações alemãs com os ativos da Telefónica”, disse numa nota a Bernstein Research. Com a Telefónica enfrentando interferência crescente da regulamentação europeia e uma economia espanhola aleijada, “é difícil conceber como a Telefónica pode pagar em dinheiro para ter acesso às sinergias incrementais que resultariam desse tipo de combinação”, disse a firma. Uma troca de ativos pode ser uma alternativa, acrescentou a Bernstein.

A América Móvil disse que sua expansão na América Latina propiciou lucros estáveis e fluxo de caixa e, portanto, ela está buscando agora ampliar ainda mais sua presença.

A oferta dará a ela uma fatia significativa numa empresa com “uma posição relevante nos mercados europeus”, disse a América Móvil, acrescentando que espera construir e desenvolver um “relacionamento duradouro” com a diretoria e os acionistas da KPN.

O diretor financeiro da América Móvil, Carlos García Moreno, disse numa teleconferência que a empresa procurou em toda a Europa e considerou a KPN o alvo de aquisição mais apropriado. Mas ele disse também que a empresa não pretende aumentar sua participação além dos 28%. A América Móvil está oferecendo aos acionistas da KPN um ágio de 23,5% em relação à cotação de fechamento da segunda-feira, de 6,48 euros, e diz que a oferta não depende de um número mínimo de ações que a empresa teria de atingir.

Um porta-voz da KPN disse que a telefônica holandesa está “moderadamente positiva sobre a oferta.”

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Mentalidade: Carlos Slim quer aumentar participação na holandesa KPN – The Wall Street Journal Americas
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Internet………?
Galera,tem como alguém enviar via msn um programinha da internet mozila ou explorer? Se tiver,como enviar?

Bju***

Mentalidade: Yahoo: Internet………?

Published May 8th, 2012

No Piauí, irmãos contam como é ganhar dinheiro com jogos – Cidadeverde.com – Dinheiro e Internet no Site Mentalidade!

O Interaje traz hoje (08) para Teresina os irmãos Breno, 21 anos, e Bruno Pinheiro, 23 anos, para falarem sobre sua experiência com empreendedorismo digital. Os irmãos moram em Fortaleza (CE) e ganham dinheiro se divertindo.

Eles descobriram que o mercado de desenvolvimento de softwares, jogos e aplicativos para celulares é lucrativo e dá para trabalhar de qualquer lugar.

Um dos jogos de maior sucesso é o “pedido de volta de namoro”. Os garotos viraram sucesso com o jogo. Breno explica que, no jogo, o garoto tem que reconquistar a namorada, passando por várias tarefas, assim como teve que fazer para reconquistar sua namorada. O vídeo faz sucesso [confira abaixo]

Os irmãos trabalham na empresa de Breno há um ano. Bruno afirma que o mercado tem crescido muito. “Os jogos brasileiros são bem vendidos mundialmente. Nós trabalhamos com desenvolvimento de produtos independentes e em parceria com empresas que queiram se divulgar através desse recurso”, explicou.

O case dos irmãos Breno e Bruno será apresentado na noite desta terça (08), em mais um encontro do Interaje. O encontro ocorrerá na Facid, às 19h. As inscrições ainda podem ser feitas pela internet ou na recepção do evento.

Leilane Nunes

leilanenunes@cidadeverde.com

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Mentalidade: No Piauí, irmãos contam como é ganhar dinheiro com jogos – Cidadeverde.com
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Por que o bispo Edir Macedo não doa o seu dinheiro para instituições de caridade?
Se o bispo Edir Macedo é tão leal a Deus, por que ele nao pega o seu dinheiro e sua riqueza e não da para os pobres
Esqueceram do que Jesus disse a um homem:

- E mais um camelo passar pelo buraco de uma agulha, do que um rico entrar no reino dos céus.

Pensem nisso!

Mentalidade: Yahoo: Por que o bispo Edir Macedo não doa o seu dinheiro para instituições de caridade?

Published May 7th, 2012

Recuperação econômica nos EUA leva remessas a nível pré-crise – BBC Brasil – Dinheiro e Internet no Site Mentalidade!

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Dólar americano | Foto: PA

Remessas de imigrantes latino-americanos para seus países de origem cresceram 8,5% em 2011.

A retomada, ainda que modesta, da economia americana no ano passado levou a uma recuperação das remessas de dinheiro de imigrantes latino-americanos para seus países de origem, indicou um estudo do instituto Inter-American Dialogue divulgado nesta segunda-feira.

A entidade estima que o fluxo de remessas cresceu 8,5% no ano passado em relação a 2010, alcançando US$ 69,3 bilhões (R$ 133,3 bilhões) e superando por pouco o montante recorde em 2008 (US$ 69,2 bilhões).

Parte disso, na avaliação do especialista que elaborou o estudo, Manuel Orozco, se deve a mudanças estruturais no campo das remessas, como a facilidade de realizar operações financeiras com a internet, a redução do custo dos envios e o aumento do número de mulheres mandando dinheiro para casa.

No ano passado, nove países receberam 67,3% do montante enviado via remessas (a taxa era de 70% em 2008), sendo que um de cada três dólares que entrou na América Latina teve como destino o México.

Particularmente no caso do México, as remessas superaram o investimento estrangeiro direto (IED) no ano passado, lembrou Manuel Orozco.

Foram US$ 22,7 bilhões em remessas em 2011, nos cálculos do Inter-American Dialogue, contra US$ 19,4 bilhões em IED, segundo estimativas da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL).

“Em sua maioria, os países com laços mais próximos da economia americana experimentaram maior crescimento do que aqueles cujas populações também migram para a Europa”, afirmou Orozco.

O pesquisador também afirmou que o estudo “revela que estes fluxos continuam sendo muitos importantes para algumas economias”.

Em países como Guatemala, Nicarágua, Honduras, El Salvador, Haiti, Jamaica e Guiana, as remessas respondem por mais de 10% do Produto Interno Bruto (PIB).

Mudanças

Entretanto, Orozco acredita que o crescimento das remessas não tenha ocorrido apenas pela recuperação econômica americana. Os EUA praticamente estagnaram no início de 2011, e só no segundo semestre retomaram a dinâmica, crescendo 3% no último trimestre.

Entretanto, a frágil melhora não parece ter atraído mais imigrantes: ao contrário, com cerca de 400 mil deportados só no ano passado – um recorde –, os EUA hoje registram saída líquida de imigrantes, em particular do México.

O desemprego entre estrangeiros diminuiu em 2 pontos percentuais, mas o estudo ressalva que isto pode ser explicado pelas deportações que reduziram a força de trabalho. “Um aumento de 8% nas remessas não pode ser explicado por um declínio de 2 pontos no desemprego”, avalia Orozco.

Para o especialista, a mudança nas remessas ocorreu por outras razões, mais estruturais, como o fato de ser mais barato e fácil enviar dinheiro hoje do que há dez anos, e muitas mulheres estarem contribuindo com o fenômeno.

Estimativas feitas pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento indicam que o custo de enviar dinheiro caiu de até 20% em 2000 para uma média de 5,5% dez anos depois.

Naquele ano, disse Orozco em outro estudo, o uso da internet e do sistema bancário para transferir dinheiro elevaram as quantias enviadas pelos imigrantes para seus países de origem.

“O maior uso da tecnologia e o acesso às ferramentas financeiras entre imigrantes (tanto em seus países de acolhimento quanto em seus países de origem) pode ter afetado positivamente o crescimento nas quantias de remessas”, escreve o especialista no relatório atual.

“Estudos mostram que os imigrantes que usam instrumentos financeiros, como transferências online através de contas online, enviam ligeiramente maiores quantias que os que usam dinheiro vivo.”

Quanto à participação de mulheres nas remessas, diz, pela primeira vez, as imigrantes mulheres são tão numerosas quanto os imigrantes homens, e suas qualificações são, inclusive, um pouco melhores do que as dos homens. Como resultado, elas enviam, em média, 10% mais recursos do que eles, apontou o estudo.

Fluxo intrarregional

Outro fenômeno cada vez mais importante no cenário das remessas é o fluxo intrarregional – ou seja, de latino-americanos residentes em outros países da região mandando dinheiro para casa.

Orozco disse à BBC Brasil que tal fluxo já responde por 7% do montante total.

Segundo dados coletados pelo pesquisador, o maior fluxo de remessas provém dos 1,55 milhão de imigrantes latino-americanos na Argentina: US$ 781 milhões em 2011.

Cerca de 1 milhão de latino-americanos na Venezuela enviaram US$ 543 milhões a seus países de origem no mesmo período, principalmente para a Colômbia.

Do México, 776 mil imigrantes enviaram US$ 391 milhões e do Brasil, 736 mil destinaram US$ 371 milhões.

Do Chile, outro grande destino para a imigrantes latino-americanos no continente, cerca de 343 mil imigrantes enviaram US$ 173 milhões no ano passado, segundo dados do estudo.

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Mentalidade: Recuperação econômica nos EUA leva remessas a nível pré-crise – BBC Brasil
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Vc acham que a internet corre o risco de ficar como a televisão ?
A televisão, os canais abertos, tem um monte de programa ruins e péssimos. A tv paga tem um monte de canal que não serve para nada. A programação desses canais é de dá dó. Será que a internet tambem corre esse risco ? Ora vejam quantos sites ruins, muitos sites que ninguem nunca visita, um mundo de informação que não servem para nada. Tudo se enfia na rede, está cheia de porcaria. Será que não vai chegar um dia que a net vai ser tão ruim como a TV, ou seja, um SACO!

Mentalidade: Yahoo: Vc acham que a internet corre o risco de ficar como a televisão ?

Published May 7th, 2012

Dia das mães: Hora de ganhar dinheiro extra – NE10 – Dinheiro e Internet no Site Mentalidade!

A cada ano que passa mais popular fica a expressão “ganhar dinheiro sem sair de casa”. A comodidade, facilidade e autonomia são alguns dos benefícios que têm atraído muita gente na hora de aquecer o orçamento. Para isso, você não precisa ser artista, nem tampouco dominar o photoshop. Força de vontade e criatividade bastam.

De olho nas oportunidades e aproveitando as datas comemorativas, a exemplo do Dia das Mães, a microempreendedora Eriklêyssa Oliveira, 25 anos, se aperfeiçoou no trabalho com emborrachado, mais conhecido como borracha E.V.A (uma mistura de alta tecnologia de Etil, Vinil e Acetato) e conquistou mais uma fatia do mercado. “Fiz um curso de apenas uma semana e foi o suficiente para eu começar os trabalhos. Hoje faço flores com chocolates e arranjos. Tudo em emborrachado”, disse ela, comemorando mais de mil pedidos em apenas uma semana. “O Dia das Mães é, sem dúvida, a segunda maior data para o crescimento e aquecimento das vendas, perdendo só para no Natal. Nesse período recebi muitas encomendas de escolas e lojistas que resolveram inovar, apostando num material mais duradouro (antes eles usavam flor natural) e sem perder o charme do presente”, garantiu.

As peças, que podem ser adquiridas a partir de R$ 1,50 (flor em emborrachado com bombom) a R$ 70 (arranjo), demoram de 40 minutos a três dias para ficarem prontas. “O tempo vai depender do pedido do cliente. Quando são peças mais trabalhadas, automaticamente preciso de mais tempo. Quando é preciso, faço uma ‘horinha-extra’”, brincou.

Outro exemplo de quem está apostando nesse período para ganhar um dinheiro a mais é o da rendeira Maria Margarida, 58 anos, que desde os 16 aprendeu o ofício da renascença, tradição em Pesqueira, sua cidade natal. “A renascença sempre garantiu um bom dinheiro o ano todo, mas quando chega o Dia das Mães, os pedidos aumentam consideravelmente. Costumo fazer cerca de 12 peças por semana para clientes de Caruaru, Garanhuns, Recife, Arcoverde e Sertânia. Quando chega essa época chego a ter mais de 100 pedidos para João Pessoa, Maceió e Fortaleza”, comemora.

No agreste de Pernambuco, as peças das rendeiras de Pesqueira são facilmente encontradas na Feira de Artesanato em Caruaru e despontam como excelentes opções de presente para o próximo domingo, dia 13. “Além da renascença, outras sugestões são os panos de pratos pintados à mão por artesãs da região. Tem também os tapetes, porta-sacos plásticos, toalhas de mesa e uma infinidade de produtos artesanais que toda mãe gostaria de ter em casa”, garante a vendedora Solange da Costa que há 30 anos trabalha na feira.

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Mentalidade: Dia das mães: Hora de ganhar dinheiro extra – NE10
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Celular vem programado para tirar dinheiro atraves da internet sem que voce concorde?
Celular smart fone da operadora de cinco letras tem um link de internet em que simplismente entrando nele vai tirar dinheiro dos seus creditos. Uma mensagem aparece agredecendo pelo assinatura dos serviços custa 4,99 por semana. O pior esse link não pode ser apagado é um arquivo do sistema do celular. A operadoura de tres letras não devolveu o meu dinheiro. ENTÃO, O QUE ESTAR ERRADO? Para esse serviço não deveria ter um contrato em que eu deveria aceitar?.

Simplismente so abrir o linque e sair novamente esse saite tem o nome Boing.

Mentalidade: Yahoo: Celular vem programado para tirar dinheiro atraves da internet sem que voce concorde?

Published May 7th, 2012

“Zizao português” assegura que Corinthians já é famoso na China – Terra Brasil – Dinheiro e Internet no Site Mentalidade!

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Mentalidade: “Zizao português” assegura que Corinthians já é famoso na China – Terra Brasil
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Como é cobrado imposto de importação sobre ítens comprados pela internet ?
Por exemplo : se eu comprar um vaso em um antiquario dos EUA, por 100 dólares, pela internet. Como é calculado e qual a alíquota ?

Mentalidade: Yahoo: Como é cobrado imposto de importação sobre ítens comprados pela internet ?