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O Navegador para Internet com mais recursos do mercado

China


Ter um bom navegador para acessar a internet é fundamental, mesmo para quem já dispõe de uma boa conexão e um bom computador. Em um bom navegador, deve-se encontrar velocidade, segurança, funcionalidade, praticidade e leveza. Alguns navegadores se destacam no mercado, oferecendo mais recursos e ganhando mais credibilidade dos usuários.

Os navegadores de internet são programas que visam simplesmente proporcionar ao usuário uma visualização agradável das paginas de internet, sem ficar tudo em forma te texto e comandos de programação, assim é possível destacar diversos navegadores os quais apresentam características próprias e uma ótima infinidade de recursos e possibilidades, onde alguns são extremamente leves como o Opera, e outros são cheios de recursos, que os tornam extremamente lentos e pesados, como o Internet Explorer.

O primeiro navegador foi o Netscape Navigator, e em seguida passamos pela era da hegemonia do Internet Explorer. Mas desde o Mozilla, que acabou virando o Firefox, o mercado de browsers (navegadores) ficou mais competitivo e disputado. Novas opções foram surgindo, e a tecnologia de navegação evolui a cada nova versão dos programas.

A maioria das pessoas pensa que o Internet Explorer foi o web browser, ou navegador dominante desde a época em que a Internet começou. Na verdade por um tempo muito longo foi, e foi às vezes quase totalmente dominante sem rivais.
Este era principalmente um resultado dele ser empacotado livre com o Microsoft Windows,  o que alguns chamariam mais tarde uma tentativa brutal de monopolização do mercado por parte da  Microsoft.

Com a chegada de novos navegadores, inclusive supostamente superiores, o domínio do mercado de navegadores por parte do Explore, basicamente caiu.

O Internet Explorer mesmo assim é um navegador do qual comumente se diz ser usado por oito entre dez internautas, o Internet Explorer também é um dos primeiros nomes que vem à cabeça quando se fala de navegador. Após amargar o segundo lugar por alguns anos, atrás do Netcape, a Microsoft conseguiu se impor no mercado de browsers (navagadores), através de uma agressiva estratégia comercial.

O IE (Explorer) é a melhor opção para a maioria dos internautas por uma razão simples: todos os websites funcionam nele. Por ser a plataforma dominante, todos os produtores de sites se preocupam em testar seus projetos no IE, o que garante a compatibilidade.

A forte integração com o sistema operacional Windows é, ao mesmo tempo, o ponto forte e fraco do Internet Explorer. Ela permite que o browser inicie mais rápido do que seus concorrentes e possa ser acionado a partir de outros programas. Um problema comum, apesar disso, é que o navegador IE dá muito problema de travamento em páginas da web.

Mas para quem começa na Internet hoje em dia é difícil acreditar que o Netscape já foi o rei da Web. Antes do avanço da Microsoft, o Netscape Navigator (navegador) chegou a ter cerca de 80% do mercado de browsers. Por isso, até hoje ele é o preferido de muitos internautas da “velha guarda”.

O visual do Netscape é moderno e arrojado, mas o browser (navegador) não conseguiu ainda superar o Internet Explorer no quesito rapidez. O Netscape também é popular entre os desenvolvedores de sites.

Já o navegador Opera tornou possível que uma pequena empresa da Noruega conseguisse concorrer em pé de igualdade com gigantes como Microsoft e Netscape! A Opera Software já é conhecida há tempos pelo seu browser rápido e leve, e a cada versão o programa traz mais recursos úteis.

O Opera é uma excelente opção principalmente para quem tem computadores mais antigos. Ele é extremamente “leve” e consome poucos recursos do sistema, o que permite abrir muitas janelas simultaneamente. Mesmo se travar, o browser (navegador) permite que o usuário comece a navegar do ponto onde parou da última vez.

Um recurso muito útil do Opera é a busca inserida diretamente no programa. A partir de uma janela do Opera, pode-se pesquisar em ferramentas como Google, Altavista, e até mesmo pesquisar em lojas online como Amazon.com.

Falando do já famoso navegador Google Chrome, ele conta com o suporte de uma grande empresa focada em internet –  o Google -, o que faz diferença na hora de desenvolver um navegador. Assim como os programas originais da Microsoft rodam melhor em Windows que softwares de outras empresas, a mesma lógica se aplica ao Chrome e serviços como o Gmail e Google Docs. Também possui versões para Mac e Linux, assim como o Firefox.

Usuários de computadores Apple e macmaníacos em geral já devem estar familiarizados com o Safari, navegador padrão nos iMacs.

Ainda tem o navegador Flock, uma modificação do Firefox mais focada em integração com redes sociais.

Restringindo a pesquisa apenas ao mercado de navegadores, sabe-se que o Netscape e respectivamente o Explorer, já dominaram completamente o mercado de navegadores de Internet. Isso ocorreu há alguns anos. Hoje ocorre uma constante disputa, que se processa principalmente entre o Firefox e o explorer, que dividem entre si grande parte do mercado mundial de navegadores da Internet.

Em um relatório divulgado recentemente, a Mozilla afirma que o seu carro-chefe de navegadores, Firefox, alcançou 30% de participação do marcado mundial, atrás apenas do navegador da Microsoft, Internet Explorer. Esse foi um pulo considerável dos 25% de participação, constatados em novembro do ano passado.

A porcentagem, no entanto, varia bastante quando as estatísticas de uso são separadas por continente. Na Europa, o navegador é usado por 39% da população com acesso à internet. Já na Asia, Oceania e África os números não passam de 26, 28 e 29%, respectivamente. Na América do Norte e América do Sul, o navegador tem 26 e 31% de participação.

O que fica evidente aqui é que um navegador não deve se eleito por um usuário levando-se em consideração somente as estatísticas de uso ou a propaganda realizada por empresas de internet. O perfil de cada usuário e os recursos de seu computador também fazem bastante peso nessa escolha e, principalmente, a finalidade com a qual será usado o navegador.

Para webmasters e editores de sites em geral, é fundamental ter o Internet Explorer, já que ainda é o navegador mais usado. Dessa forma, eles irão testar como suas páginas são editadas para a Internet. O Firefox também se recomenda bastante, principalmente para pessoas que têm hábito de acessar muito a internet e abrir muitas páginas ao mesmo tempo. Isso também se aplica ao Opera, por exemplo.

Já aqueles internautas mais tradicionais não abrem mão do Netscape, ou do Explorer, porque são tradicionais. Aventureiros podem optar pelo Safári ou Flock, além de tantos outros.

Hoje os dois navegadores mais usados do mundo são realmente o Explorer e o Firefox. Isso pode ser checado em um site que fornece as estatísticas, de acordo com a data, mostrando os navegadores mais populares. O endereço é aqui: W3 Counter. Em outro site dá para pegar uma breve descrição de cada um dos navegadores, mas em inglês. O endereço é aqui: Which browser For me !

O mentalidade atualmente usa o Explorer e o Firefox, ficando um para analisar suas páginas e outro para pesquisas web, isso porque hoje se tornou possível ter mais de um navegador instalado em uma mesma máquina!

Créditos :  Gua DicasUniversiaEstadão | Tecnoblog

April 3, 2010   3 Comments

Aplicações e preferência do mercado para computadores portáteis, como o netbook, entre os usuários do windows

netbook


Netbook é um termo usado para descrever uma classe de computadores portáteis tipo subnotebook, com características típicas: peso reduzido, dimensão pequena ou média e baixo custo. São utilizados, geralmente, em serviços baseados na internet, tais como navegação na web e e-mails.

No curto período desde sua aparição, os netbooks têm variado seu tamanho entre 5 e 13 polegadas, agora convergentes com os novos laptops menores e mais leves.

As características mais comuns de um netbook incluem uma pequena tela, conexão sem fio e um teclado reduzido em tamanho (em torno de 80 a 95%), além da ausência de qualquer espécie de drive de cd/dvd. Existe também uma tendência de utilizar drives de estado sólido ssd em vez dos tradicionais HD.

Essa utilização de dispositivos de armazenamento de estado sólido requer menos energia, faz os netbooks mais leves, rápidos e geralmente mais resistentes aos choques, porém sua capacidade de armazenamento é muito inferior, com 8, 16 ou 32GB. No netbook o disco rígido também pode ser muito menor do que a média de 2,5 polegadas do disco rígido de laptops, e como eles não têm de se assemelhar a um HD, podem ser na forma de um pequeno chip, ou vários pequenos chips, comparável ao que está dentro de uma memory stick.

Todo netbook no mercado hoje possui suporte Wi-Fi, rede sem fio e muitos netbooks podem ser usados em redes de telefonia móvel (por exemplo, 3G). Alguns também incluem Ethernet ou portas de modem para a banda larga, ou dial-up de acesso à Internet, respectivamente.

O Netbook normalmente já possue um sistema pré-instalado que pode ser uma versão personalizada do GNU/Linux, Windows XP Home Edition, Windows Vista ou Windows 7, podendo executar qualquer software que suporte o sistema operacional em uso. Devido à arquitetura de hardware que é semelhante aos computadores pessoais, com exceção do disco rígido SSD, algumas diferenças na arquitetura dos processadores e modificações leves em hardware, a implementação do netbook é simples, tornando assim os netbooks máquinas mais independentes e com grande transparência nas suas aplicações. A tendência é que os sistemas operacionais do mercado lancem versões novas de netbook, e cada vez mais adaptadas ao sistema de computação em nuvem, que é a chave do funcionamento do netbook. Podem ser encontrados na internet muitos fóruns discutindo a instalação do sistema operacional da sua escolha (por exemplo, Ubuntu Netbook Remix, Windows XP Professional, Windows 7, Moblin, Jolicloud. Lembrando que o sistema Windows XP não fornece suporte nativo para netbook, necessitando de modificações no sistema operacional, por parte do vendedor ou do proprietário, sendo mais indicado o uso do Windows 7, que ainda não faz uso da computação em nuvem como seus rivais Moblin e Jolicloud, mas já oferece suporte a todo hardware de um netbook comum.

Quase todo netebook possui processador Intel Atom, mas o x86 compatível com processador Via Technologies C7 também está alimentando o netebook de diversos fabricantes, como HP e Samsung. A VIA também projetou o Nano, um novo x86-64, com arquitetura compatível e preços mais baixos, para as aplicações móveis,  como o netbook mesmo.

Alguns tipos de netbook usam MIPS, arquitetura de processadores compatíveis. Estes incluem o Skytone Alpha 400, com base em um sistema INGENIC no chip, e os netbooks Gdium, que usam o processador 64-bit Loongson capaz de 400 milhões de instruções por segundo.

Há algum tempo que se vem notado no mercado uma relativa preferência pelos computadores de pequeno porte, principalmente os notebooks. Agora com o netbook, muitos usuários vêm aderindo a esta alternativa, em virtude da maior mobilidade do netbook. Apesar disso, segundo pesquisas, o Notebook ainda é preferência geral entre os consumidores brasileiros. Uma empresa chamada iSuppli fez uma pesquisa recente, que detectou o aumento na venda de notebooks em relação aos desktops, o que se atribui, principalmente à facilidade de transporte que oferecem os netbooks.

Considerando esses dados e sabendo do baixo desempenho dos portáteis – principalmente quando se fala de netbook – muitas vezes insuficientes para rodar o Windows Vista, o sistema mais atual da Microsoft, fica claro o porquê da empresa estender diversas vezes o tempo de vida do Windows XP e o sucesso que ele ainda representa, mesmo sete anos após seu lançamento.

Isso deve fazer com que o XP ainda dure até o momento em que o netbook e o notebook alcancem um mais elevado grau de desenvolvimento, para usarem o vista ou as próximas gerações do Windows.

Apesar, porém, da grande preferência dos usuários pela mobilidade dos portáteis, de acordo com outro recente estudo, eles demonstraram preferirem o notebook em relação ao netbook, provavelmente porque o netbook ainda não oferece os recursos tecnológicos compatíveis com os que os usuários são habituados a desfrutar, tanto nos desktops, quanto nos notebooks mais modernos e equipados.

Créditos: tecnologiaGuia do PCWikipédia

March 21, 2010   1 Comment

Preço de carro mais barato, da Índia para o Brasil:

carro

A indústria automobilística está produzindo um tipo de carro tendenciosamente mais simples e barato, na tentativa de atingir o mercado que é composto pela população de menor poder aquisitivo. O carro batizado de Nano, criado pela Tata Motors, é considerado o carro mais barato do mundo. A montadora indiana Tatá Motors começou a vender o carro logo no começo de 2009, por um preço que se aproximava de R$ 4.500,00, o equivalente a cem mil rúpias indianas. O público alvo, segundo especialistas do setor de automóveis, são os cidadãos pobres, dos países em desenvolvimento, que não têm condição financeira para comprar um carro, tendo que andar a pé, ou optar por um carro super barato: o Nano!

Muitos analistas consideram que o novo carro poderá significar uma revolução para o transporte de milhões de indianos pobres, mas advertem que ele também poderá trazer mais congestionamento e elevar a poluição. Em março de 2009, no salão de Genebra da Suíça, o diretor de operações de empresa Tata Motors, Ravi Kant, afirmou que a intenção da marca é que o automóvel desembarque no mercado brasileiro entre 2010 e 2011.

Mas para que o Nano custe menos que o equivalente a R$ 5.000,00 ele tem alguns detalhes diferentes dos outros carros em sua montagem e estrutura, conforme relatado a seguir:

- Os designers do automóvel tomaram decisões inteligentes para manter os custos baixos, tirando supérfluos do acabamento e oferecendo suspensão confiável e amplo espaço interno;

- O carro tem 3,1 metros de comprimento. Para se ter uma idéia, o Ford Ka tem 3,6 metros;

- O carro possui apenas um limpador de pára-brisas e sua alavanca aciona também os faróis;

- O motor gira com gira com 623cc. Os modelos populares de carro do Brasil giram com 1000cc;

- A maioria das peças do motor do carro é feita de alumínio, enquanto os motores normais são de ferro;

- A redução do peso do motor do carro faz menos pressão sobre a suspensão e, com isso, ela também pode ser menor, com desenho tubular, ao invés da convencional vara, e mais barata.

- O tanque de combustível do carro está sob o capô, como no antigo Fusca, o que reduz o número de peças;

- O carro não tem air bags, não obrigatório na Índia, nem  freios ABS ou de disco. O carro roda com freios de tambor;

- O carro vem sem ar-condicionado, também não possui vidros elétricos ou trava elétrica. Mas esses acessórios poderão ser pagos por fora;

- O carro logicamente não tem direção hidráulica;

- O carro não tem conta-giros seria: um luxo desnecessário;

- Os assentos do carro são fixos, não reguláveis;

- O acabamento interno do carro é todo de plástico e não há porta-trecos nem tampa para esconder o porta-malas;

- O estepe do carro não é um pneu reserva que pode ser usado no lugar do pneu normal. Ele é de qualidade inferior e dura apenas alguns quilômetros, teoricamente o suficiente para chegar a um borracheiro;

- E o pára-choque do carro é feito de plástico, colado diretamente na carroceria.

A Tata, no entanto, só garante este preço do carro para os primeiros 100 mil modelos do automóvel vendidos, já que os custos da matéria-prima mudaram consideravelmente em função da crise. A empresa diz que o carro pode atingir a velocidade máxima de 105 km/h e rodar até 23,6 quilômetros por litro. Além disso, a empresa afirma que o motor do carro emite menos dióxido de carbono do que a maioria das motocicletas. A empresa espera conseguir vender cerca de um milhão de exemplares do carro Nanos por ano só na Índia.

O carro apelidado como o carro dos “2500 dólares” (+/- 1700 euros), da indiana Tatá Motors, está agora com dificuldades em manter o preço do “carro mais barato do mundo”, o Nano. As últimas noticias, dão conta de que o aumento dos preços das matérias primas, em particular do aço, 25 por cento mais caro, mas também o plástico, a borracha, cobre e alumínio, também mais caros, poderá obrigar a Tata a aumentar o preço do carro.

No entanto, a marca indiana afirma que vai entregar os primeiros 100 mil modelos do carro sem alterações no preço anunciado inicialmente, mas não garante que vai o conseguir manter.

O Nano, que na India custa +/- 1460 euros, deverá chegar também à Europa no final do ano numa versão 20 centímetros mais comprida com um preço em torno dos 5 mil euros, antes de impostos. Dessa forma, deduz-se que vai ficar realmente pelo preço de um carro popular, com muito se imagina.

Apesar de toda essa promessa da Tatá Motors, o carro lançado por eles, batizado de “Nano” e considerado o “carro mais barato do mundo“, custaria aqui no Brasil cerca de R$ 14 mil caso fosse importado para o Brasil.

Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Veículos Automotores (Abeiva) o carro, vendido por US$ 2,5 mil (+ou- R$ 4,3 mil) na Índia até o final de 2008, calculando preço de seguro, frete e impostos ao chegar ao Brasil, seu valor seria triplicado em relação ao preço praticado na Índia.

De acordo com a Abeiva, seria acrescido cerca de US$ 200 (R$350) para custos com frete e seguro. Ao desembarcar no Brasil haveria uma alíquota de 35% a título de imposto de importação, aumentando o valor do carro para R$ 6,2 mil. O restante (R$ 7,7 mil) seria devido à aplicação de tributos (PIS, IPI, Cofins e ICMS).

Agora imagine um carro que na Índia custa R$4,3 mil, ao chegar ao Brasil, seu preço tendo um acréscimo de três vezes o seu valor de mercado no exterior, sendo mais de 50% (R$7,7 mil), de acréscimo graças aos impostos que vão direto para o governo.

Veja um vídeo do Nano:

A seguir, o teste crash do Nano. Será que aguenta ?

Créditos: Auto Portal | Tankera BlogO Globo Economia

March 18, 2010   3 Comments

Marketing para sites e empresas na Internet

Marketing na Internet


Marketing de Internet, também referido como i-marketing, web marketing, marketing online ou eMarketing, é o marketing de produtos ou serviços na Internet.

A Internet tem trazido vários benefícios únicos ao marketing, sendo um deles os baixos custos e as maiores capacidades para a distribuição da informação e mídia para uma audiência mundial. A natureza interativa do marketing na Internet, em termos de fornecer respostas instantâneas, é uma qualidade única deste mediador. É considerado às vezes que o marketing na Internet possui um alcance mais amplo devido não só ao fato de que ele se refere à mídia digital, como a Internet em si e e-mails, como também inclui sistemas que proporcionam o gerenciamento dos dados de cliente digital e de ECRMs.

O Marketing na internet pode ser conceituado como os esforços das empresas em informar, comunicar, promover e vender seus produtos e serviços pela internet. Esta modalidade de promoção apresenta grandes vantagens em relação aos veículos de marketing tradicionais, como o fato de que empresas grandes e pequenas poderem enfrentar seus custos; já que estes são relativamente baixos. Não há limite real de espaço para propaganda, o acesso é rápido e o site fica disponível para o mundo todo, sem limitações geográficas.

Assim, o uso da internet como ferramenta importante, na busca de qualquer tipo de informação, deixou de ser uma novidade e se tornou um hábito para as pessoas em qualquer parte do globo. O marketing soube identificar nessa rede mundial de computadores um potencial canal de promoção e distribuição de produtos e serviços.

Através da acessibilidade à internet as empresas podem operar em um poderoso canal de vendas e informação, obtendo um alcance geográfico ampliado para divulgar e promover seus negócios e produtos, em qualquer parte do mundo. O e-marketing, ou marketing na internet,  é calcado nos mesmos conceitos do marketing tradicional, em integrar um meio através do qual  indivíduos tenham suas necessidades identificadas e supridas através da criação, divulgação, oferta e troca de produtos. A internet é o canal utilizado pelo e-marketing para realizar essa comunicação de valor e propiciar interatividade ao cliente, possibilitando maior troca de informações e um relacionamento individualizado.

O e-marketing tem a sua base no e-commerce (comércio eletrônico via internet), seja este business to business ou business to consumer. Este novo canal de divulgação e promoção de produtos agrega a possibilidade de exposição global ao tradicional composto de marketing: produto, preço, praça (ponto de venda, distribuição) e promoção (propaganda, comunicação).

As empresas hoje em dia enfrentam o desafio de eliminar o abismo que existe entre a administração tradicional e a forma como os negócios são gerenciados na ótica do comércio eletrônico. Muitas organizações precisarão reformular seus conceitos administrativos, para se adaptarem à nova realidade mundial, voltada para a Internet. A internet está provocando uma transformação excepcional no mundo dos negócios, exigindo que as organizações deixem de lado muito do que foi aprendido até agora e passem a pensar no capitalismo globalizado, a partir de uma óptica mais avançada, que até pouco tempo atrás nem era concebível, onde empresas e consumidores não possuem fronteiras.

Inseridos nos conceitos de marketing de internet, ou ainda e-marketing, estão muitos serviços e técnicas, disponibilizadas pela própria internet, tais como: otimização de sites, divulgação de sites em buscadores ou motores de buscas, consultorias e acessoria de marketing na internet, análises detalhadas da concorrência, serviços de envio de e-mails e outras tantas coisas. O uso eficiente de algumas dessas técnicas e serviços pode fazer com que o marketing de certos produtos na internet  alcance melhores resultados, de modo que estes procedimentos estão crescendo rapidamente, e atingindo um público mais amplo.

Baseando-se nesse conceito, um internauta que queira criar um site de marketing, deve saber que não basta apenas ter um site, mas que é preciso entender e saber usar o marketing da internet adequadamente, para que seja atingido um bom resultado nas pesquisas.

Se a maioria das pessoas fazem pesquisas na internet e, geralmente no Google, estar bem posicionado nessas pesquisas é um dos principais objetivos dos investidores em marketing na internet. Então isso inclui fazer uma porção de tarefas relacionadas ao marketing, tais como: análise do posicionamento da concorrência; pesquisa de palavras relevantes ao seu segmento; instruções para enriquecimento dos textos do site; otimização do código HTML, incluindo códigos para que o site ganhe destaque; criação ou aprimoramento do título e meta tags, fazendo uso de palavras – chave; criação de links externos redirecionados para o site; criação de links internos para redirecionamento de páginas; aplicação das técnicas de otimização atualizadas; aplicar técnicas para aumentar a popularidade no Google (Page Rank); cadastro nos principais sites de busca; relatório de posicionamento.

Créditos : pt.wikipedia | Marketin na Internet

January 27, 2010   1 Comment