Foursquare também aposta nas promoções de celular – The Wall Street Journal Americas – Dinheiro e Internet no Site Mentalidade!
| March 19, 2013 | Posted by Mentalidade under Dinheiro |
Originally posted 2012-05-16 09:21:07. Republished by Blog Post Promoter
Por SPENCER E. ANTE
A Foursquare não quer ser outra rede social popular que não dá lucro. Seu novo plano para ganhar dinheiro? Cupons personalizados.
A empresa — cujo aplicativo permite ao usuário informar a sua localização aos amigos fazendo um “check-in” pelo celular em cafés, bars e outros lugares — revelou pela primeira vez que pretende possibilitar que varejistas veiculem promoções locais personalizadas na versão reformulada do aplicativo, que sai em julho. Todo usuário vai visualizar os cupons, mas só quem der check-in no estabelecimento vai poder usá-los.
“Estamos criando um software que atraia clientes novos e frequentadores habituais para o comércio local”, disse o cofundador e diretor-presidente da Foursquare, Dennis Crowley.
Criada três anos atrás, a empresa de 20 milhões de usuários, que já deram check-in dois bilhões de vezes, vai competir com uma leva de empresas de internet de olho no mercado de promoções locais, incluindo Groupon Inc. e Facebook Inc.
Embora a empresa tenha sido avaliada em US$ 600 milhões numa rodada de captação de recursos no ano passado, certos investidores estão céticos sobre seu futuro; outros parecem achar o aplicativo irritante. Uma análise recente do conteúdo de mídias sociais divulgada na revista “Harvard Business Review” apontou uma “especial repulsa por check-ins no Foursquare”.
Crowley não se deixa abater pelo ceticismo. Numa entrevista recente, o executivo de 35 anos falou da viabilidade da Foursquare e de como vai competir com outros aplicativos. Seguem trechos editados da entrevista:
WSJ: Qual a melhor maneira de ganhar dinheiro com a Foursquare?
Crowley: Estamos aprendendo de verdade a ligar as pessoas com lugares e a ligar esses lugares com as pessoas. Estamos encontrando maneiras de fazer isso com algoritmos. Alguns dos aplicativos que estamos criando permitem que, assim que uma pessoa chegue a uma cidade, a Foursquare passe a guiá-la para lugares em que eu estive ou em que seus outros amigos estiveram. Em vez de indicar lugares que achamos que seriam de seu interesse, podemos fazer o mesmo por empresas, e dizer a eles quem são as pessoas mais inclinadas a ir ali, com base em seus hábitos de check-in, com base nos lugares em que as pessoas e seus amigos estiveram.
WSJ: Qual a diferença entre a Foursquare e outros serviços?
Crowley: Se você abrir o menu ‘Explorar’ [do aplicativo] agora, você não vai ver a mesma coisa que eu. Uma coisa é dar uma busca por ‘sushi’ e todo mundo aqui nesta sala receber exatamente os mesmos resultados porque a comunidade fez um ranking deles. Outra coisa é receber resultados personalizados, com base nos bairros em que circulamos, no tipo de lugar que frequentamos. E mais: se nós dois comparássemos os resultados na quinta à tarde e no sábado de manhã, seriam diferentes. Nossas dicas são feitas sob medida para o indivíduo.
Para nós, como empresa, uma das maiores saídas para crescer é contratar cientistas de dados para começar a interpretar esses dois bilhões de check-ins. Esse é o grande segredo.
WSJ: Na arena da internet via celular, há empresas novas como a Instagram — com mais de 50 milhões de usuários —, que num curto período já ultrapassou a Foursquare. Vocês estão correndo atrás do prejuízo?
Crowley: Compartilhar vídeo e fotos é bem diferente de compartilhar sua localização. O usuário ainda está se habituando à ideia de avisar onde está. Estamos inventando a categoria, ou dando um verdadeiro empurrão nela. Abrir um mapa com uma lista de dicas personalizadas de coisas relevantes para você, neste exato instante, é novidade para muita gente.
WSJ: Que tipo de resposta a empresa está tendo no caso das promoções já veiculadas por 750 mil comerciantes?
Crowley: Uma das coisas mais legais nessa proposta da Foursquare é sentar com um varejista para mostrar um painel de estatísticas. Ali está indicada a hora do dia em que o público entra [no estabelecimento], a divisão por sexo, a lista dos melhores fregueses, os fregueses que vinham com frequência e já não vêm mais. É informação que o comerciante não tinha antes. A pergunta que sempre nos fazem é: Como lidar com cada grupo desses? Invariavelmente, o cliente quer mirar segmentos específicos desse público, seja o de clientes novos, o de frequentes, o de perdidos. Nossa capacidade de segmentação está cada vez melhor.
WSJ: A Foursquare está mais interessada em faturar ou crescer?
Crowley: Um pouco de cada. É meio fugir da pergunta, mas temos hoje mais de 100 funcionários, o que nos dá muita flexibilidade para fazer várias coisas ao mesmo tempo. Ainda estamos muito focados em expandir a base de usuários, em dar a esse público mais opções dentro da experiência de consumo da Foursquare. Desde o início, tínhamos empresas e o comércio local em mente, quase que como uma categoria separada de usuários. Tínhamos a plataforma de promoções [para empresas locais]. Depois, lançamos uma versão ligeiramente distinta em 2010, e agora estamos trabalhando em outra versão.
WSJ: Qual sua filosofia de gestão?
Crowley: É fazer da empresa um lugar no qual eu quisesse trabalhar. Damos duro para garantir que todo mundo esteja por dentro das coisas, somos muito transparentes. A parte mais difícil do meu trabalho é assegurar que a empresa avance e permaneça coesa com 100 pessoas assim como era quando havia 20 ou 5. Para funcionar, a cultura de gestão precisa ser constantemente reinventada.
gahar dinheiro – Google News
Mentalidade: Foursquare também aposta nas promoções de celular – The Wall Street Journal Americas
Yahoo Comenta:
Como acabar com a pedofilia e os casos de desvio de dinheiro das igrejas catolicas e evangelicas?
Não estou falando que todos os padres são pedofilos e nem que todos os pastores desviam dinheiro
Existem lideres de carater nas duas religiões.
Mentalidade: Yahoo: Como acabar com a pedofilia e os casos de desvio de dinheiro das igrejas catolicas e evangelicas?
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